por Miguezim de Princesa
U.S. Secreatary of State Condoleeza Rice poses with a Brazilian group of Capoeira
U.S. Secretary of State Condoleeza Rice, holding a Berimbau, poses with a Brazilian group of Capoeira at the American Embassy in Brasilia, April 26, 2005. Capoeira is an afro-Brazilian art form, a mixture of dance and martial arts popularized in Brazil. Rice is in Brazil for two-day official visit.
Superado pelo tempo,
Ensinando muito mal,
Fabricando mil diplomas
Para entupir hospital,
O doutor da faculdade
Botou, com toda maldade,
A culpa no berimbau.
II
Disse o doutor Natalino
Que o baiano é um mocó,
Sem coragem e inteligência,
Preguiçoso de dar dó,
Só liga pra carnaval
E só toca berimbau
Porque tem uma corda só.
III
O sujeito ignorante
Não conhece o berimbau,
Que atravessou o mundo
Com toda a força ancestral.
Na fronteira da emoção,
Traz da África a percussão
Da diáspora cultural.
IV
Nem Baden Powel resistiu
À percussão milenar,
Uma corda a encantar seis
Na tristeza camará
De Salvador da Bahia.
Quem toca e canta poesia
Na dança sabe lutar.
V
O doutor, se estudou,
Na certa não aprendeu nada:
Diz que o som do Olodum
Não passa de uma zoada
E a cultura baiana
É uma penca de bananas,
Primitiva e atrasada.
VI
Jimmy Cliffi, Michael Jackson,
Paul Simon e o escambau
Se renderam ao Olodum
Com seu toque genial,
Que nasceu no Pelourinho
E hoje abre caminho
No cenário mundial.
VII
O baiano é primitivo?
Veja só o resultado:
Ruy foi o Águia de Haia;
Castro Alves, verso-alado
De poeta condoreiro,
E gente do mundo inteiro
Se curvou a Jorge Amado.
VIII
Bethânea, Caetano e Gil,
Armandinho, Dodô e Osmar,
Gal Costa, Morais Moreira,
Batatinha a encantar
João Gilberto, Bossa Nova
Novos Baianos são prova
Da grandeza do lugar.
IX
Glauber, no Cinema Novo;
Gregório, velha poesia;
Gordurinha, no rojão;
Milton, na Geografia;
Anísio, na Educação;
Dias Gomes, na encenação;
João Ubaldo e Adonias.
X
Menestrel da cantoria
Temos o mestre Elomar,
Xangai, Wilson Aragão,
Bule-Bule a improvisar,
Roberto Mendes viola
A chula - samba de Angola,
Nosso samba de além-mar.
XI
Se eu fosse citar todos
Que merecem citação,
Faria um livro de nomes
Tão grande é a relação.
Desculpe, Afrânio Peixoto,
Esse doutor é um roto
Procurando promoção!
XII
Com vergonha do que fez:
Insultar toda a Nação,
O tal doutor Natalino
Pediu exoneração
E não encontra ninguém,
Nem um nazista do além,
Para tomar a lição.
XIII
O baiano é pirracento,
Mas paga com bem o mal:
Dá uma chance a Natalino
Lá no Mercado Central
De ganhar alguns trocados
Segurando o pau dobrado
Da corda do berimbau
Nesta quarta-feira, 23 de abril, a jogadora Marta, meio-campista da Seleção Brasileira, visitou o Corinthians, seu clube de coração. Embora eu também seja corinthiana, acho que exageraram ao tornar análogos a grandiosidade da atleta, eleita duas vezes a melhor do mundo, com o time do Parque São Jorge, atualmente na segunda divisão do Campeonato Brasileiro e que, mais um vez, ficou fora da decisão do Paulista. E pior, na iminência de ver seu maior rival, o Palmeiras, campeão. (Desculpe-me a Ponte Preta, mas o Verdinho é favorito)!





Hoje quero fazer um agradecimento especial aos meus concorrentes ...
Imagine que seu dia mal começou e você já está sendo bombardeado por meia-dúzia de marcas impressas no seu café da manhã. E se você é daquelas pessoas que tomam cafezinho a cada meia hora... Puxa! Vai sofrer! 















Na HSM Management Jan/Fev 2008 há uma excelente entrevista com o empresário Jorge Paulo Leman. Ele e seus sócios Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles controlam as Lojas Americanas. Os 3 amigos também são fundadores da GP Investimentos, que esteve envolvida na criação do Submarino. O trio também envolveu-se em uma série de fusões e aquisições no Brasil, incluindo a venda do banco de investimento Garantia ao Credit Suisse, em 1998, e a criação da maior cervejaria do mundo InBev, a partir da união da nacional AmBev com a belga Interbrew, em 2004. 




O grande desafio hoje é identificar as necessidades e despertar a atenção deste público, por meio de uma comunicação cada vez mais segmentada. É preciso criar mecanismos de personalização. É justamente nesse ponto que entra o trabalho dos publicitários e agências. Sabemos que há um nicho, com grande potencial, mas é preciso desenvolvê-lo e contar com o apoio das marcas que desejam chegar a esse público. Além disso, este universitário, que hoje já tem um perfil otimista de consumo, será um potencial ainda maior para aquisição de seu produto, futuramente. Basta buscar ações que trabalhem na sua fidelização desde já. Mãos a obra.