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24.10.13

CONFIANÇA NO TRABALHO

10 maneiras de ganhar confiança no trabalho


 
 Há muitas razões para que o profissional não se sinta confiante no trabalho. Pode estar em um emprego que requer habilidades que não tem ou é menos experiente do que aqueles que estão a seu redor. Em outros casos, diz Jacquelyn Smith, especialista em carreira e liderança, em artigo para o site da Forbes, o profissional pode ser novo na empresa, se sentir desconfortável com a sua capacidade de alcançar o sucesso ou ameaçado por outros colegas de trabalho. Há ainda aqueles que temem perder o emprego ou simplesmente são exigentes demais consigo mesmos.
 
Se você se enquadra em algum desses casos, se sua autoestima está em baixa ou sua confiança foi ameaçada de alguma forma, confira os conselhos dos especialistas para mudar de atitude e elevar a moral dentro da empresa:
 
  • Mantenha o foco em você — Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho, diz que a pessoa deve fazer o possível para manter o foco e se dedicar ao trabalho, independentemente da política, dos boatos ou manobras não produtivas, tão comuns no meio corporativo. “A confiança surge da combinação de um trabalho honrado com uma grande atitude”, acrescenta ela.
  • Identifique seus pontos fortes e capitalize-os — “Uma das melhores maneiras de construir a confiança é ter clareza sobre seus pontos fortes e encontrar formas de integrá-los ao que você faz a cada dia”, afirma William Arruda, especialista em personal branding. Quando você se guia pelos seus pontos fortes, você fica mais engajado e energizado. Você se torna autoconfiante.
  • Identifique também os pontos fracos e trabalhe para melhorá-los — Se houver falhas que estejam afetando sua confiança, faça um plano para reduzi-las ou eliminá-las, sugere Arruda. De acordo com o especialista, o profissional não deve ficar obcecado em relação a isso, mas deve estar consciente de que enfrentar suas fraquezas e fazer um esforço diligente para superá-las pode ajudar a aumentar sua confiança.
  • Acredite em si mesmo — Diante das tarefas, sejam elas difíceis ou não, tente dizer a si mesmo “Eu posso fazer isso”, e acredite. William Arruda sugere algumas coisas a serem ditas todas as noites antes de ir para cama: podem ser três coisas que você aprecia em si mesmo ou três coisas que deram certo naquele dia.
  • Acompanhe de perto os seus sucessos — Mantenha o controle de suas realizações diárias, aconselha Lynn Taylor. Faça uma lista de “coisas a fazer”. Dessa forma, assim que for cumprindo e riscando cada item, estará mais consciente de suas realizações. A especialista sugere ainda que se mantenha um arquivo digital para gravar seus sucessos, onde poderão ser armazenados os e-mails de congratulações, metas atingidas, elogios de chefes e colegas, notas próprias sobre os desafios superados, cartas de agradecimento, reconhecimento e louvor de dentro e de fora da empresa. “Consulte o arquivo regularmente para verificar seus talentos reais. E futuramente pode vir a calhar quando iniciar uma busca por um novo trabalho e tiver que provar alguns projetos de sucesso”.
  • Saiba que, às vezes, sua confiança pode ser ameaçada — “É um fato. Aceite que isso um dia vai acontecer”. A dica é, se você receber um comentário maldoso que abale sua confiança, espere de 24 a 48 horas para se recuperar antes de responder ou tomar decisões importantes, ou até precipitadas.
  • Procure o incentivo de outros — Pergunte às pessoas que você respeita e confia o que eles acham que são suas três maiores qualidades ou habilidades, e encontre maneiras de usar esses pontos fortes, aconselha Arruda. Já a doutora Katharine Brooks, diretora do Liberal Arts Career Services, da Universidade do Texas, e autora do livro “You Majored in What? Mapping Your Path From Chaos to Career” (Você se formou em quê? Mapeando seu caminho em meio ao caos do mercado, em tradução livre), diz: "Obtenha feedback de colegas, amigos ou de seu supervisor sobre como está seu desempenho. Peça-lhes para identificar seus pontos fortes e onde eles gostariam que você melhorasse. “Às vezes, outras pessoas veem mais talento em nós do que nós mesmos reconhecemos”.
  • Desafie-se — Realizar tarefas que não acha possível pode ser uma ótima maneira de aumentar a sua confiança. Encontre projetos e atribuições que dão a oportunidade de usar seus pontos fortes e trabalhe em projetos que tragam novos desafios, diz Deborah Brown-Volkman, coach de carreira e presidente da SurpassYourDreams.com. “Experimente algo novo, mesmo se você não tiver certeza ou medo de ser capaz”, acrescenta Brooks. “Vá com calma, passo a passo, se necessário, mas mergulhe no novo projeto ou atividade e veja o que vai dar. Tente abster-se de julgar o seu desempenho logo no início do processo, ou em comparar o seu desempenho com alguém que já exerce essa atividade por um período muito longo”.
  • Seja um exemplo de atitude positiva — Desenvolva uma atitude positiva, diz Brooks, lembrando que positivo nem sempre significa feliz. “Concentre-se em como você pode oferecer soluções ao invés de gastar um tempão discutindo o problema”. Linn Taylor, por sua vez, acrescenta que os trabalhadores são atraídos por aqueles com uma atitude positiva, especialmente quando surgem os desafios. “E pode começar com você. É contagioso, mesmo com o seu chefe. Esse tipo de atitude projeta confiança. Basta saber trabalhar essa parte de sua marca pessoal”.
  • Analise cuidadosamente como você reage às ações de seu chefe e colegas — Uma das maneiras mais eficazes de conquistar a confiança é elevar o seu radar emocional no local de trabalho, afirma Linn Taylor. “Interprete as ações de seu chefe e colegas de trabalho, especialmente quando afetam sua autoconfiança. Entenda que eles podem estar agindo de uma forma que todos nós somos capazes de agir, quando se está sob estresse ou frustração”.
 
Fonte: oglobo.com

25.9.13

CONTABILIDADE DE CUSTOS

DETERMINAÇÃO DO PREÇO VENDAS
 
 
 
 

ESTATÍSTICA APLICADA À ADMINISTRAÇÃO

 Análise sobre a diferença entre as médias de preços da Cesta Básica - Ilhéus e Itabuna - 2011



LINK: https://drive.google.com/?tab=wo&authuser=0#my-drive

PRÁTICA EMPRESARIAL II

 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO


 
 
Organização: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA - TJBA
(Juizados Especiais da Comarca de Ilhéus)
 
 
 
 
Relatório de Estágio  Supervisionado II
apresentado  à Universidade Estadual de
Santa Cruz, como parte das exigências da
disciplina Prática Empresarial II, ministrada
pela MSc. Katianny Estival, para obtenção
do título de  Bacharela em Administração
de Empresas.

 
 

Orientadora: Prof.ª MSc. Elba Karla Leão.
 
 

25.1.12

Líder: conheça os tipos mais comuns na empresa e saiba como lidar

Entre eles, se destacam os profissionais competentes, mas acomodados, os infelizes e os proativos e motivados em excesso


Não tem jeito. No ambiente de trabalho, existem tipos comuns que não passam despercebidos. Existem os motivados, competentes, proativos. Mas nem tudo são flores: também há os insatisfeitos e incompetentes.
Para a Michael Page, conhecer melhor as características dos profissionais, é fundamental para que o gestor saiba como cobrar e orientar seu colaborador. Pensando nisso, a consultoria apontou alguns perfis comuns.
Tipos de profissionais
Veja abaixo quais são estes perfil e como o líder deve agir:
Competente, mas acomodado: geralmente, esta pessoa tem anos de casa, é competente na execução das suas atividades, mas dificilmente sugere ideias novas. Além disso, este tipo tende a ser resistente à mudança e não procura se atualizar. Para o líder, este tipo de profissional não chega a ser um problema, dependendo da função que exerce na empresa. Mas é possível reverter este quadro; benefícios como bolsas de estudo, cursos e palestras podem incentivar este funcionário.
Profissional infeliz: este é o mais problemático para a organização, pois a falta de motivação pode prejudicar o desempenho do funcionário. Dar broncas ou ameaçá-lo a demitir não é o melhor caminho. Ao contrário, pode piorar ainda mais o quadro de insatisfação. A dica é chamar este profissional para uma conversa e perguntar com franqueza os motivos de estar infeliz e como a empresa poderia ajudá-lo.
Proativo e motivado ao extremo: estas características são bem vistas, mas o exagero por parte do profissional pode torná-lo inconveniente. Há ainda situações em que a pessoa sempre dá ideias novas, mas quase nunca elas são pertinentes. Diante disso, o líder deve fazer com que o funcionário entenda que, antes de sugerir algo, é necessário avaliar.
Proatividade, motivação e bom senso: neste caso, o desafio do gestor é reter o profissional para que ele não mude de emprego. Lembre-se de que quem tem este perfil é disputado por empresas concorrentes. O líder deve reter esta pessoa por meio de promoção, aumento de salário e bônus. Mas só isso não basta: é fundamental que o colaborador se sinta valorizado pela empresa.
Ambicioso: o colaborador que quer crescer na empresa e, para isso, tenta melhorar seus resultados, é benéfico para a empresa. Já aqueles que usam de métodos pouco éticos para escalar posições mais altas na hierarquia são perigosos e devem ser reprimidos.
FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/lider-conheca-os-tipos-mais-comuns-na-empresa-e-saiba-como-lidar/51689/

3.12.11

GESTÃO DE PESSOAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Sara dos  Santos Teles - UESC



Este artigo foi produzido na disciplina Administração de Recursos Humanos, na minha graduação em Administração de Empresas - UESC. Eu sou apaixonada por Gestão Pública e pela área de ARH. Acabei convencendo os colegas a fecharmos a disciplina com esse tema, que rendeu uma apresentação e o artigo. Pena que o Prof. Ribeiro não gosta de administrador no setor público. Para ele, administrador deveria ser empreendedor e gerar riqueza econômica e empregos. Em uma País em que sobeja ineficiência e incompetência no setor público, penso que ter bons administradores de empresas gerindo essas organizações seria uma alternativa para mitigar o problema. Urge que profissionais preparados assumam o processeo decisório das organizações públicas, sobretudo em ARH. Gerir pessoas não é tarefa para amador, é atividade para profissional. E somente um administrador possui o CHÁ (CONHECIMENTO, HABILIDADE E  ATITUDE) de COMPETÊNCIAS para tal empreitada.

26.9.11

Veja os 10 fatores que amedrontam as pessoas na hora de subir de posição

Apesar dos salários, usualmente melhores, e do maior reconhecimento, se tornar gerente ou mesmo um diretor não é uma decisão tão simples


Passar de uma posição operacional para um cargo estratégico é o objetivo de muitos profissionais. No entanto, uma posição que exige mais responsabilidades, comportamento mais sério e mais competências, pode gerar muita insegurança. Apesar dos salários, usualmente melhores, e do maior reconhecimento, se tornar gerente ou mesmo um diretor não é uma decisão tão simples.
Se por um lado muitos profissionais querem crescer e acreditam que subir de cargo é o único caminho para conquistar o desenvolvimento, outros preferem se manter na mesma posição, pois os medos são grandes limitadores. As questões que geram insegurança são diversas, e os coachs Lilia Barbosa e Bernardo Entschev nos ajudaram a listar as principais delas. Veja:
1.Medo das responsabilidade - o primeiro impacto ao se tornar um gerente acontecerá no campo das responsabilidades. O profissional passará a ser cobrado de forma muito mais intensa do que quando ocupava um cargo operacional. Este, portanto, é o primeiro motivo pelo qual nem todos querem subir de posição: o medo das responsabilidades.
2.Falta de motivação - de acordo com a Master Coach e Sócia diretora da Cozex, Lilia Barbosa, tem profissionais que simplesmente não aspiram cargos estratégicos, ou seja, esse tipo de conquista não é considerada importante na sua vida. Perceba que não querer subir de posição não quer necessariamente dizer que ele não tem vontade de crescer. Há muitas pessoas que se desenvolvem naquilo que faz, mas sem definir com meta um cargo de gerência, por exemplo.
3.Percepção de capacidade - um dos maiores motivos que levam os profissionais a terem medo de subir de posição é "quando ele não acredita na sua capacidade", observa Lilia. Nesse momento surgem dúvidas se conseguirão alcançar as metas, entregar resultados, enfim, ser capazes de desempenhar bem a nova função. No entanto, nem sempre os profissionais têm razão, ou seja, sua capacidade é, sim, alta, mas, por falta de autoconhecimento, se sentem incapazes.
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executivo-www.administradores.com.br
 Apesar dos salários, usualmente melhores, e do maior reconhecimento, se tornar gerente
 ou mesmo um diretor não é uma decisão tão simples 

4.Frustrar expectativa - na mesma linha do item anterior, o medo de frustrar as expectativas, tanto da empresa, quando as pessoais, é uma barreira para que os profissionais subam de posição.
5.Falta de preparo – as exigências nas posições estratégicas são muito maiores do que a dos níveis operacionais. Quando o profissional sente que não desenvolveu suas habilidades e competências de forma suficiente para a posição, automaticamente se sentirá inseguro.
6.Maior nível de sofisticação - subir de posição também requer do profissional uma nova conduta social. Será preciso observar com muito mais atenção aspectos relacionados ao comportamento, a forma de se vestir e a forma de falar com os demais. Quando o assunto são as roupas, será preciso se vestir de uma forma mais 'alinhada'. Em relação ao comportamento, certas brincadeirinhas, conversas e atitudes não serão mais adequadas.
Além disso, a forma como fala com os membros da equipe e com o diretor da empresa não poderá ser a mesma, exigindo que o profissional se policie no sentido de adaptar de forma adequada seu discurso. "Será preciso saber abordar as pessoas de forma diferente para cada nível", pontua o presidente da De Bernt, Bernardo Entschev, e isso nem sempre agrada.
7.Insegurança ao se tornar referência - os líderes são os profissionais referência dentro da equipe. Os demais colaboradores querem modelos a serem seguidos, querem pessoas com quem possam se desenvolver e que possam admirar. Quem está prestes a subir de posição pode se sentir inseguro nesta questão, ou seja, se conseguirá ser referência para aquelas pessoas. "O líder de sucesso hoje é a pessoa que inspira as pessoas abaixo dele. Essas pessoas seguem seus planos", observa Bernardo.
8.Resistência aos desafios - com novas responsabilidades, os gerentes também vão ter necessariamente que enfrentar novos e freqüentes desafios. O problema é que grande parte das pessoas resiste a sair da zona de conforto, então, entre se manter em uma função estável ou passar para um cargo que invariavelmente novos e frequentes desafios serão colocados, elas preferem a primeira opção.
9.Medo de demissão - "Ao assumir um cargo de gerência, caso não haja o atendimento das expectativas, a pessoa não poderá ser despromovida, não se baixa salário, ela será demitida", avalia Lilia.
10. Maior impacto das suas decisões - quando se está em uma posição operacional, qualquer decisão errada pode ser facilmente corrigida, na maioria dos casos. Ao se tornar um gerente ou um diretor, um deslize pode impactar uma cadeia inteira de produção, pode gerar prejuízos enormes para a organização e nem todo mundo consegue lidar com esse tipo de pressão. 
 
FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/veja-os-10-fatores-que-amedrontam-as-pessoas-na-hora-de-subir-de-posicao/48286/

14.7.11

Concentração: uma aliada dos bons resultados


Quando a cabeça não pensa e não descansa, o corpo padece e a produtividade despenca. Garantir as boas horas de sono, permitir-se um café longe da mesa de trabalho e organizar-se só favorecem a concentração

Quem nunca ficou longe da leiteira enquanto o leite estava no fogo? Esta desatenção certamente rendeu alguns minutos extras no dia que não estavam programados para limpar o fogão. Os motivos para isso ter acontecido são inúmeros, como sono, limpeza da pia, acordar as crianças, tirar o jantar do freezer, pegar o jornal, verificar os emails, olhar a lista de compras que a empregada deixou etc. São muitas coisas dividindo a nossa atenção ao mesmo tempo e, claro, não é só em casa. Nestas condições, fica difícil manter a concentração.

Segundo Priscilla de Sá, coaching e membro da Sociedade Brasileira de Coaching, é muito fácil encontrar “pessoas atarefadas, ocupadas, mas não necessariamente produtivas. Temos uma cultura, desde pequenos, de que precisamos ser solícitos, que temos de fazer tudo para todo mundo, que o bom funcionário é o ‘faz tudo’. E isso não é mais verdade, não é essa a realidade do mercado. Hoje em dia você tem de fazer mais daquilo que você faz melhor. Aí sim você está sendo produtivo de verdade”.

Para Priscilla, muitas pessoas querem abraçar mais do que suportam e não delegam. A grande deficiência, de acordo com a coaching, é a falta do senso sobre o que realmente é importante: “quando você pensa em produtividade, foco, concentração, é preciso estabelecer prioridades.”

O leite derramado é só uma metáfora para discutir as consequências da falta de atenção, tanto nas atividades corriqueiras quanto nos objetivos de vida. Uma pessoa (ou até mesmo uma empresa) que tem dificuldade para manter o foco no cotidiano, pode ter problemas para visualizar o futuro. O cansaço, a insatisfação, as noites mal dormidas, o estresse, o sedentarismo, a correria do dia a dia sem planejamento são alguns fatores que comprometem a concentração no trabalho.

E não se esqueça do tempo perdido com atividades inúteis e improdutivas. Não é preciso ser nenhum especialista para concluir que o rendimento fica enfraquecido também. Ter a mente tranquila e um bom planejamento são condições essenciais para garantir bons resultados.

Existem atividades que ajudam a melhorar a concentração, como ler um bom livro, praticar exercícios físicos e fazer pausas regulares durante o horário de trabalho. Respeitar a necessidade de repouso do corpo e mente – ou seja, dormir – também faz uma grande diferença. Segundo o médico James O’Brien, do Boston Sleep Care Center, em Massachusetts, nos Estados Unidos,  dormir não é luxo, mas “uma necessidade do corpo humano para que tenha um nível ótimo de funcionamento”.

Com as condições físicas em ordem, é hora de planejar e gerir melhor o tempo. Priscilla ressalta que “as 24 horas são iguais para todos. Por que alguns são mais produtivos que outros? Por que alguns estão mais concentrados do que outros? Porque têm bons hábitos, são organizados, têm o mínimo de sistematização do pensamento, porque são metódicos. Enfim, um pouco de método, um pouco de planejamento não faz mal a ninguém”.

Compreender-se, respeitar-se e conseguir se organizar é meio caminho andado. As empresas, por outro lado, também podem dar uma forcinha para melhorar a concentração do funcionário. Algumas mais liberais não cobram do empregado o cumprimento de horário ou a presença no escritório, desde que o trabalho seja entregue no prazo estabelecido. A liberdade de poder escolher onde, como e quando trabalhar funciona muito bem para muitas pessoas. Talvez cumprir o “horário comercial” não seja tão vantajoso para as partes.

Caso não seja possível o trabalho “remoto”, liberar a consulta a sites alheios às atividades profissionais, por exemplo, não é de todo ruim. Se vai deixar o funcionário feliz, que mal há em permitir que ele consiga condições para lá de especiais com alguma “compra coletiva” ou receba boas notícias pelas redes sociais?

De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade de Melbourne, na Austrália, navegar na internet por diversão durante o expediente aumenta a produtividade e ajuda a aprimorar a concentração. “Mas não pode abusar”, lembra Priscilla de Sá. Afinal a internet mal utilizada é um dos principais “ladrões de tempo”. Aquela dica das “pausas regulares” pode ser um bom momento para essa navegação sem compromisso.

Para não chorar sobre o leite derramado, não prejudicar o desempenho pessoal e comprometer a produtividade, respeite os limites e dê atenção aos sinais do corpo. Dizer ‘não’ e saber a hora de parar são extremamente importantes para os bons resultados. As dicas da Priscilla são: delegue tudo o que for possível; estabeleça as prioridades; esvazie a mente e se concentre no momento presente; feche os olhos e relaxe – tenha consciência de que você fez o melhor que podia.
Portal HSM
05/07/2011

11.6.11

Você está feliz no trabalho? Saiba quanto o clima organizacional influencia na sua produtividade

 
 
Pesquisa mostra que o bom ambiente de trabalho é mais importante para 52% dos entrevistados, ficando atrás de oportunidades de promoção e salário


Trabalhar ao lado de pessoas positivas e animadas em um clima amistoso e tranquilo é o desejo de boa parte dos profissionais. Mais que bons salários e benefícios, o bom clima organizacional é um dos fatores que mais elevam a motivação e, por consequência, a produtividade.
Uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com mostra que o bom ambiente de trabalho é mais importante para 52% dos entrevistados, ficando à frente de oportunidades de promoção (22%) e salário (14%). Apesar disso, dependendo do perfil do profissional, não é fácil cultivar um bom clima no trabalho. Mas, com práticas simples e persistência, é possível.
O ambiente organizacional influencia o comportamento dos profissionais, mas eles também são responsáveis pelo ritmo desse ambiente. “Os dois fatores são verdadeiros. Toda empresa tem um ambiente estabelecido, que pode gerar insatisfação se ele não se encaixar ao perfil do profissional, mas também é de responsabilidade do colaborador mudar isso”, afirma a gerente de Marketing do Monster Brasil, empresa de recrutamento on-line, Andreza Santana.
Para a consultora em etiqueta corporativa, marketing pessoal e comportamento em mídias sociais, Ligia Marques, em um bom ambiente de trabalho os profissionais têm a capacidade de lidar com os contratempos de forma a não sobrecarregar o clima. Esse é o primeiro passo para cultivar um bom ambiente de trabalho.
Ambiente favorável
Ter a percepção de que também se é responsável pelo clima da área na qual atua pode ajudar a melhorar o ambiente organizacional. Adotando comportamentos positivos (e realistas) e reduzindo aqueles que minam o bom clima, os profissionais conseguem tapar alguns pontos escuros e opressores no trabalho. “Sempre tem aquele profissional que parece que gosta de cultivar um clima negativo”, alerta Andreza. Afastar-se desse ponto pode ser a medida imediata a ser adotada. Por isso, evite entrar em fofocas e em movimentos de boicote seja ao líder seja a algum colega.
Outros comportamentos que ajudam a manter um clima pesado advêm da insatisfação. “O funcionário que não está satisfeito tende a ter um rendimento ruim no trabalho e isso impacta no ambiente organizacional”, considera Andreza. Dessa forma, tente equilibrar o seu perfil com o da empresa, para que não haja problemas depois. Se essa identificação não for possível antes de iniciar o trabalho, preste atenção em você.
As especialistas ressaltam que os profissionais tendem a culpar a empresa, o chefe e os colegas pelo clima pesado e estressante. Mas não é bem assim. A mudança deve partir de cada um. E a partir daí, tudo em volta tende a mudar. “O problema muitas vezes está no próprio funcionário. Nessa hora, é preciso parar e pensar qual é o problema”, afirma Andreza.
“Lembrando que suas atitudes formam a sua boa imagem profissional e que hoje 85% das suas chances são pautadas nessa boa qualidade de relacionamento com colegas, colocar-se no lugar dos outros e não exagerar nas atitudes são dicas gerais que funcionam sempre”, afirma Ligia. Ela explica que o bom humor, a honestidade, o respeito à hierarquia, a educação e a ética são as bases para um bom clima.
O líder como semeador
Quem conduz a equipe não pode ficar alheio a essas questões. As especialistas afirmam que embora não seja o único fator que favorece ou desfavorece um clima agradável, é o comportamento do líder que muitas vezes condiciona o clima organizacional. “A primeira pessoa que dita o comportamento da equipe é o líder. Ele tem essa responsabilidade”, ressalta Andreza, da Monster.
Por isso, um gestor que cultiva comportamentos negativos só piora o ambiente. E ainda que ele cultive atitudes positivas, alguns pontos específicos ajudam a minar o bom clima. “O gestor tem de ter o bom senso de entender o que é prioridade e qual é o talento de cada um. Se um profissional é subaproveitado, ele tende a ter atitudes negativas, que podem se espalhar para os demais colegas”, afirma a especialista.
Claro que, como em qualquer empresa, momentos ruins aparecerão, seja pelos resultados baixos, seja pelo fim de algum contrato importante, seja pela meta não cumprida. Cultivar atitudes positivas não é tentar criar um “mar de rosas” no mundo corporativo. É entender que problemas existem e vão existir sempre, mas é possível não ser engolido por eles. E ainda que no fim os projetos não saiam do jeito que se planejava, aprender com os erros e dar um passo mais eficiente é a melhor maneira de manter um clima agradável e sustentar uma carreira crescente, segundo Ligia. “Aqueles que conseguem enxergar alguma deficiência em termos comportamentais e buscam ajuda e se aperfeiçoam estão investindo na carreira de uma maneira eficiente”.

FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/voce-esta-feliz-no-trabalho-saiba-quanto-o-clima-organizacional-influencia-na-sua-produtividade/45468/

4.5.11

Conheça as vantagens e desvantagens de ter um comportamento explosivo

Segundo psicóloga, estes profissionais não sabem lidar com a raiva, com a frustração e não gostam de ser contrariados

 

A agressividade, ansiedade e competitividade são características que se adequam a muitos profissionais no ambiente de trabalho. Adicionando a falta de equilíbrio e a calma em situações de tensão estamos em frente a um “profissional explosivo”.

De acordo com a psicóloga e psicoterapeuta Clarice Barbosa, estas pessoas não sabem lidar com a raiva, com a frustração e não gostam de ser contrariadas.

O consultor associado da Muttare, Daniel Maldaner, acrescenta que estes profissionais perdem o controle quando há “uma saturação de desalinhamento das expectativas”, ou seja, quando o resultado esperado não é alcançado. A explosão também ocorre quando há muita pressão sobre ele.

“Geralmente, a explosão de forma agressiva vem junto com a falta de respeito. E ninguém gosta de sofrer falta de respeito. Ser explosivo é extremamente danoso para a carreira”, afirma Daniel.

Problemas

Entre os problemas que a explosão pode trazer ao profissional está a vulnerabilidade, que pode acarretar em erros e danos que não têm consertos. Além disso, Clarice declara que esta pessoa expõe a sua fragilidade, tanto para os colegas, como para a empresa e clientes. “Ele perde a sua credibilidade”.

Estar com a “cabeça quente” também é prejudicial nas relações de trabalho, já que muitas vezes o colaborador “explosivo” magoa os colegas e colabora para estabelecer um clima hostil.

A situação pode piorar quando esta pessoa tem um cargo de chefia, já que a equipe pode ter receio em pedir ajuda do líder para resolver problemas ou para dar ideias. “Além de criar barreiras, ele permite que as outras pessoas reproduzam o seu comportamento, pois ele é a referência”, esclarece Maldaner.





 "Ser 'explosivo' não significa necessariamente algo negativo"


O especialista declara ainda que o comportamento explosivo é comum em pessoas que têm medo de perder a liderança e, agir desta forma, é uma maneira de se impor por meio da autoridade.

Como resolver

Segundo Clarice, para reverter este quadro é necessário que o profissional faça uma auto avaliação e descubra em quais situações ele perdeu o controle. “É só por meio do auto conhecimento. Ele não pode se orgulhar de ser explosivo, do tipo que fala, 'Eu sou muito bonzinho, até que pise no meu calo´”, aconselha.

Caso o temperamento explosivo tenha surgido devido às características da empresa, como ambiente muito competitivo, de muita pressão e de injustiça ou que a pessoa não seja reconhecida, a orientação da psicóloga é que a profissional mude de emprego.

Explosão positiva

Ser “explosivo” não significa necessariamente algo negativo. De acordo com Clarice, o profissional pode trabalhar para que os seus sentimentos o ajudem em sua carreira. “A raiva nem sempre é ruim. Ela é um sentimento que nos impulsiona, nos tira da zona de conforto. Mas é preciso ter um limite”, alerta.

Este comportamento, se bem utilizado, pode auxiliar em algumas áreas como vendas, departamentos onde é necessário tomar decisões estratégicas, entre outras.

Além disso, complementa Maldaner, a agressividade é positiva em algumas situações, como quando a equipe, depois de ter sido alertada sobre o desempenho, não apresenta o resultado esperado.

“No momento de letargia ou acomodação da equipe, ser mais enérgico pode ajudar. Mas este comportamento só é permitido quando o líder já conversou anteriormente com seus profissionais e não houve resultado”, finaliza.


FONTE:  Infomoney

1.5.11

Ainda não Esqueceu os 4Ps?

"Os 4 Ps de Kotler morreram, de fato".



Segundo estudo de tendências da DOM Strategy Partners, o marketing como o conhecemos irá mudar radicalmente, tanto em propósito e convocatória, como em estrutura e operações. Os 4 Ps de Kotler morreram, de fato.

Assim como ocorreu com TI no início da década, que rachou em duas partes – o CIO com a parte de informação, processos e sistemas, e o CTO, com infra-estrutura, hardware, redes, etc – o marketing de hoje também se dividirá em dois, com dois diretores ou VPs, com verbas e responsabilidade igualmente importantes.

Caem o glamour e os gastos astronômicos sem réguas de valor gerado tão presentes na pouco confiável relação que existe hoje entre marketing e propaganda de massa (principalmente TV). Emergem como bottom line da ação eficaz do marketing variáveis mais afeitas aos interesses do consumidor e do acionista, tais como responsabilidade, transparência, gestão e alinhamento estratégico.

De um lado, estará o Diretor de Marketing de Reputação, a quem caberá o relacionamento com stakeholders, com acionistas, as ações de PR, a propaganda institucional, as ações de marketing cultural, esportivo e sócio-ambiental, o marketing da causa, etc. Seu principal objetivo será construir marcas, melhorar a imagem, gerar reputação positiva.

De outro, o Diretor de Marketing de Relacionamento ligado ao Customer Life Cycle, da venda/aquisição ao pós-venda, o marketing de estímulo e suporte ao comercial, que engloba do esforço de vendas ao marketing direto, de relacionamento e serviços, às ações promocionais, de merchandising, da experiência ao pós-venda, suporte, garantias, SAC, etc.

Atenção aqui leitor. Com a defasagem de eficácia do modelo tradicional dos 4 Ps, fazer marketing hoje significa, basicamente, dialogar de maneira transparente, contínua e valiosa com cada cliente. Essa frase, aparentemente simples, traz em seu enunciado um conjunto sem parâmetros de desafios às empresas e seus “departamentos” de marketing:

- dialogar quer dizer falar E escutar… E as empresas, além de falar muito – e muito alto – não sabem escutar
- de maneira transparente
significa atuar com verdade, com sinceridade, com correção, assumindo falhas, aceitando críticas
- contínua
quer dizer contínua mesmo… E isso também é difícil para corporações que possuem infinitos canais pouco eficientes, sobrepostos e não sequenciados (empresas em que CRM, por exemplo, não passa de uma abstração
- valiosa
, ou seja, trazendo ofertas (mensagens, causas, bandeiras, informação, conhecimento, produtos, serviços, conceitos, tendências, ideias, pessoas, marcas, etc) relevantes sob o ponto de vista do outro – do cliente -, suficientemente interessantes, materiais e relevantes para o conjunto de necessidades, expectativas e percepções deste cliente
- com cada cliente –
personalizado, individualizado, etc.

E tudo isso sem esquecer que ainda são necessários considerar preço, prazo, promoção, propaganda, pppppppppp, como condições básicas de competição. Também não se pode esquecer o chamado fator 2.0, que muda absolutamente tudo: esses clientes conversam entre si, nas chamadas redes e comunidades sociais (online ou não!).

Quem critica deve propor! Então lá vai…
Os seis pilares que redefinem o que quer dizer Fazer Marketing e que sustentarão esse novo modelo de marketing – o Novo Marketing – são:
- network marketing (marketing de postura aberta, estruturado em redes, comunidades, grupos, a partir de embaixadores e evangelizadores – os nós das redes)
- influence marketing
(marketing holístico que entende a empresa como parte de diversas redes com diversos stakeholders que podem ajudar a construir ou destruir produtos e marcas)
- knowledge marketing
(marketing amparado por informação, conhecimento, transparência e respeito)
- experience marketing
(marketing planejado a partir da experiência interativa recorrente existente na relação empresa-marca-cliente-comunidade)
- personal marketing
(relação individualizada da empresa/marca com seu cliente/consumidor, colocando-o na cadeia de valor da empresa
- reputation marketing
(ações globais e institucionais pautadas em vetores como sustentabilidade, RSE, governança, transparência, ética, causas e bandeiras, gerenciamento de crises, etc).

Não concorda? Não compreende assim? Estamos exagerando? Quer cases e comprovações? Interaja conosco.


Para saber mais sobre o Estudo “MKT/2: O Novo Marketing” produzido pela DOM Strategy Partners ou sobre o Estudo da E-Consulting “Web 2.0: Impacto nas Marcas, Gestão e Relacionamentos”, clique nos links.


FONTE: http://www.hsm.com.br

24.4.11

Confira quais são os 11 principais erros dos novos gestores

É comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar

Ser promovido a um cargo de chefia pode ser o desejo de muitos profissionais. Mas o tão sonhado posto pode virar pesadelo se a pessoa não souber gerenciar a sua equipe. Neste momento, é comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.

O coach-executivo da Alliance Coaching, Pablo Aversa, explica que os erros acontecem porque as pessoas que são promovidas a um cargo de liderança não recebem treinamento.

Para que isso não ocorra, ele indica que as empresas promovam treinamentos tantos externo como internos, contratem serviços de coaching ou ainda desenvolvam um programa em que gestores mais experientes compartilhem ideias e escutem os novos gestores.

"Escolher um mentor pode ajudar. Converse com alguém que você confie, pode ser da mesma empresa ou até mesmo de fora. Este mentor se sentirá lisonjeado. Dificilmente alguém negará ajuda", acrescenta.

Outra maneira de evitar erros é não ter uma postura preestabelecida em mente. Além disso, o novo gestor tem de ser humilde ao lidar com a sua equipe, ou seja, assumir que está aprendendo.

11 principais erros
Para ajudar nesta nova etapa da carreira, o especialista indicou os principais erros cometidos pelos novos gestores. Confira:

Considerar que você sabe tudo: mesmo que o profissional tenha total conhecimento de sua área, ele não sabe tudo, já que a parte mais importante do trabalho ele ainda não domina: gerenciar pessoas. Aversa aconselha que o novo líder ouça as pessoas que estão ao seu redor e procure saber a opinião delas;

Mostrar a todos quem está no comando: todos da sua equipe sabem que você está no comando. Não é necessário demostrar todo o tempo que você é o chefe. O fundamental é que o novo gestor faça a diferença;

Mudar tudo: só porque alguma atividade não é feita da mesma forma que você costuma fazer, não significa que necessariamente está errada;

Ter medo de fazer tudo: talvez você não tenha solicitado essa promoção e não esteja certo que poderá dar conta do trabalho. Mas não permita que isso faça com que você não exerça sua função da melhor maneira possível. Seus superiores não teriam colocado você neste cargo se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do desafio;

Não dedicar tempo para conhecer seu time: mesmo que você tenha trabalhado ao lado dos profissionais da sua equipe durante anos, isso não significa que você os conhece. Entenda o que os estimula, como motivá-los, o que os deixa apreensivos ou preocupados. Conheça-os individualmente, porque essa é a única forma pela qual você pode gerenciá-los de maneira eficaz. Lembre-se que sua equipe é o que irá fazer com que você se saia bem ou não no desafio de ser um bom líder. Dê a sua atenção e dedique tempo para eles;

Não perder tempo com o seu chefe: quem acredita que o chefe compreenderá que o novo gestor está ocupado e não precisa do seu tempo está enganado! Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gestor, é apoiar seu chefe. Assegure-se que você dedica algum tempo para ele, para que ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento;

Não se preocupar com problemas ou com funcionários problemáticos: você não pode mais evitar problemas ou acreditar que eles vão se resolver sozinhos. Quando algo acontece é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais. Você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente encaminhada;

Não se permitir ser humano: ser chefe não representa que você não pode rir, demonstrar emoções, ou mesmo cometer um erro ocasional;

Não proteger seu time: os profissionais de sua equipe receberão pressão de todos os lados. Outras áreas da empresa podem querer culpar você por interfaces frágeis. Seu chefe pode querer informar todas as funções desagradáveis no seu departamento. O departamento de Recursos Humanos pode decidir que o nível salarial das posições classificadas na sua área está super-estimado. É sua função defender o seu time e se assegurar que eles são tratados da forma mais justa possível;

Evitar responsabilidade por qualquer coisa: goste ou não, como gestor você é responsável por tudo o que acontece no seu time. Por isso, você tem de construir canais de comunicação de forma que não haja surpresas. Não tem jeito: a responsabilidade vai de mãos dadas com a autoridade conquistada;

Rotular gerações: outro erro comum é rotular as diferentes gerações que trabalham na empresa. Os gestores têm de saber aproveitar os diferentes tipos de profissionais. O mais importante é aprender a conviver, dessa maneira todos ganharão: a empresa, os profissionais e o chefe!

FONTE: Infomoney

10 qualidades indispensáveis para um bom profissional

Saiba o que as empresas esperam de você

A economia está mais pujante e, por isso, o mercado ficou mais exigente. Atender as expectativas dos empregadores hoje requer qualidade, esforço e dedicação. Ou seja: ter uma boa formação, inclusive continuada; estar disposto a correr atrás dos seus objetivos e comprometer-se a buscar os melhores resultados para a empresa.

"As exigências sempre vão ser muitas e vão aumentar. É um esforço constante, mas que tende a ser recompensado no final", afirma Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum e especialista em recolocação profissional.

O executivo lembra também que a melhor hora de buscar um novo emprego é quando se está trabalhando e que o mercado de trabalho está repleto de oportunidades.

Abrileri indica as principais qualidades que o profissional precisa ter para conquistar espaços e se garantir no mercado. Confira abaixo.

1 - Capacitação técnica específica

Esta continua sendo a principal e fundamental exigência. Se você não estiver apto a exercer bem a função que pleiteia, dificilmente conseguirá conquistar a vaga. Uma boa formação, cursos adicionais, experiência na função são importantes na hora de competir por uma vaga de trabalho.

2 - Visão global

Além de ser bom no que faz, é importante que você compreenda quais os impactos de sua parte sobre o todo. Ter uma visão global ajuda na comunicação em geral, tanto com pares como superiores ou subordinados.

3 - Estar bem informado

Vivemos hoje na sociedade da informação. Quem é munido de conteúdo sempre sai na frente. Nada melhor do que conversar com alguém que sabe o que está acontecendo sobre a função que exerce. Você deve ser o ponto de referência na empresa quando o assunto estiver relacionado à sua área. Agora, se puder também se informar sobre atualidades, economia, lazer, artes, esportes, internet, negócios, entre outros assuntos, melhor ainda. Você se torna alguém bem mais aberto e com muito mais possibilidade de interagir com outros da companhia. Mas não se esqueça: o principal conhecimento que você deve ter é relacionado à sua área de atuação.

4 - Facilidade com tecnologia

O computador e a internet são hoje ferramentas fundamentais de trabalho e comunicação. Quem interage bem com estas tecnologias e tem familiaridade com elas tem uma grande vantagem competitiva.

5 - Internet e redes sociais

Quem navega bem na internet e utiliza as redes sociais de maneira correta sabe como tudo isso pode ajudar para se informar, encontrar respostas e resolver problemas, e da mesma forma ganha pontos frente aos demais concorrentes.

6 - Idiomas (inclusive um bom português)

Num mundo cada vez mais globalizado, ter conhecimento de outro idioma é muito importante, principalmente o inglês. O Brasil ainda é um país que carece de pessoas que tenham domínio sobre outras línguas. Quem tem conhecimento em inglês e espanhol tem ainda mais vantagens. Mas lembre-se: saber bem o nosso português, por mais óbvio que seja, faz muita diferença.

7 - Educação continuada

Workshops, cursos de curta duração, palestras e pós-graduação, entre outros, sempre será algo valorizado pelas companhias. Mas não aja de modo a apenas colecionar diplomas. Conhecimento é muito valioso, portanto empenhe-se e realmente aproveite as oportunidades para aprender e crescer como pessoa e profissionalmente.

8 - Trabalho voluntário

Ter no currículo experiências como voluntário mostra que você é um profissional preocupado com valores importantes. Ações como essa não são apenas bem vistas no âmbito profissional, mas amadurecem o ser humano.

9 - Elegância e cordialidade

Essas qualidades podem ser mostradas em diversos aspectos – na maneira de se vestir, em como falar, nas atitudes. Ser elegante e cordial sempre atrai. Tais características ajudam a conquistar e demonstram maturidade e simpatia. Todos querem estar ao lado de pessoas agradáveis.

10 - Bons valores

Caráter e valores têm sido mais valorizados pelos recrutadores. Às vezes são naturais e nascem com a pessoa, são do interior dela, outras vezes são aprendidos em casa, mas também podem ser cultivados através da percepção e da valorização correta destas qualidades. Qualquer que tenha sido a forma de absorvê-los, o importante é ter bons valores. Com eles você se torna não apenas um bom profissional, mas um ser humano exemplar e de bem com a vida. 
 
FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/10-qualidades-indispensaveis-para-um-bom-profissional/44068/

Vá com calma: questionar superiores é possível, mas requer alguns cuidados

O primeiro deles, segundo especialistas, é averiguar se os motivos são baseados em fatos e afetam resultados

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Questionar o líder quando ele comete algum erro durante o desenvolvimento de um projeto ou mesmo quando comete alguma injustiça com alguém da equipe pode não ser comum e poucos profissionais acabam fazendo. Contudo, questionar a liderança em tempos de mercado mais aberto é possível – sempre observando determinados cuidados.

 "Como em qualquer relação, existe sempre um limite, tanto na forma de questionar como na postura".



 “Como em qualquer relação, existe sempre um limite, tanto na forma de questionar como na postura”, afirma a sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos Ilana Lissker. Para ela, a possibilidade de se questionar comportamentos e decisões dos líderes é maior ou menor dependendo da relação que o profissional tem com a liderança. “Dependendo do grau de abertura, dá para o subordinado conversar com o líder”, completa a gerente de Marketing da Monster Brasil, empresa de recrutamento e gerenciamento de carreiras on-line, Andreza Santana.

Para ela, via de regra, questionar o líder é sempre uma tarefa complicada, ainda que o profissional tenha motivos para fazê-lo. Mas alerta que é preciso ter razões consistentes para quaisquer questionamentos. “A abordagem vale a pena se ela for madura e baseada em fatos e não em impressões”, aconselha.

Com interrogações na cabeça

Levantar dúvidas sobre o comportamento ou determinada decisão do líder só deve ser feito se essas ações provocarem danos no trabalho da equipe ou no resultado do profissional. Não são raros casos em que gestores privilegiam determinados funcionários em detrimento de outros ou mesmo que cometam injustiças com alguns colaboradores.



Questionar esses comportamentos é mais delicado, tendo em vista que dificilmente é possível constatar na prática os prejuízos dessas ações. “Além disso, um líder que age dessa forma já tem dificuldades de ouvir e entender o problema”, avisa Ilana. Esse tipo de situação é mais fácil de ser resolvido quando o prejuízo envolve toda a equipe. E ainda assim é preciso cuidado na hora de tratar esse assunto. “É preciso que o profissional sinta essa situação, porque, dependendo do caso, o líder pode se sentir ameaçado”, completa a consultora.

Para Andreza, o importante nessas situações é o profissional tentar não abalar uma relação de confiança que pode estar estabelecida. “Quando há essa perda, fica mais difícil lidar com essa situação”, afirma. Por isso, ela recomenda três passos fundamentais para se questionar o líder. “O profissional deve fazer uma análise para ver se a razão para se questionar o chefe é objetiva ou subjetiva”, afirma.

Se o profissional constatar que as razões são objetivas e que há fatos que as comprovem, o profissional deve compartilhar suas constatações com alguém de confiança. “De preferência, alguém de senioridade maior que ele, com mais experiência”, completa Andreza. Caso seja constatado que existe uma razão concreta para os questionamentos, o profissional deve ter uma conversa direta com o líder. Mas sempre observando a situação e respeitando os limites.

Os limites em situações como essas são, na avaliação das especialistas consultadas, o respeito à hierarquia e ao próprio líder, como um profissional geralmente mais experiente que o colaborador. “Por mais que ele lhe dê abertura, ele é o seu chefe”, alerta Ilana. “O ideal é nunca colocar esse líder contra a parede”, alerta.

FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/va-com-calma-questionar-superiores-e-possivel-mas-requer-alguns-cuidados/44104/

5.3.11

 
O que é MARKETING? 

Trabalho acadêmico realizado na disciplina Administração Mercadológica
_________________________________ 

Discentes: Sara Teles, Lene Alves, Jeferson Santana e Mônica Pereira

10.2.11

Bullying: qual o perfil do agressor no ambiente corporativo?

Na vida adulta, especialmente no ambiente de trabalho, prática pode se apresentar de várias formas, inclusive sutilmente

Por Gladys Ferraz Magalhães, Infomoney
 
Nos últimos anos, sobretudo no ambiente escolar, tem aumentado a incidência de bullying, o que tem feito com que a prática esteja sempre em pauta entre autoridades e, vez ou outra, na boca da população.

Entretanto, na maior parte das vezes, a vítima é o foco das conversas, estudos e discussões, o que faz surgir a pergunta: e o agressor, qual o perfil dele?

De acordo com as especialistas ouvidas pelo portal InfoMoney, a psicóloga Clarice Barbosa e a presidente da Isma-BR (International Stress Management Association) no Brasil, Ana Maria Rossi, ao contrário do que acontece na infância e na adolescência, quando a prática do bullying é explícita, na vida adulta, especialmente no ambiente de trabalho, ela pode se apresentar de várias formas, inclusive sutilmente.

“Pode ser uma coisa muito sutil. Um olhar, um tom de voz... As pessoas que estão em volta não costumam perceber, às vezes, até pensam que é brincadeira”, diz Ana Maria.

Perfil

No geral, explicam, o praticante de bullying tem personalidade hostil e agressiva. Provavelmente, já foi vítima da prática e, quando criança, recebeu uma educação muito permissiva ou cresceu em ambiente hostil.

Este indivíduo, destaca Clarice, procura justificar suas ações e seu comportamento por meio de alguma atitude negativa da vítima, o que, na avaliação dele, o autoriza a tratar aquela pessoa sistematicamente de forma agressiva, humilhando, ridicularizando, excluindo ou inferiorizando. Entretanto, alerta a psicóloga, o que o agressor sente é prazer com a situação.

“Ele não está preocupado com o prejuízo que pode causar a outra pessoa. Ele sente prazer em exercer o poder e só vai parar quando tiver alguma perda, quando a vítima der um basta na situação”, diz Clarice.
Além disso, o praticante de bullying tem este comportamento repetidas vezes durante a vida, não só no trabalho, mas em outros ambientes e em outras fases da sua vida, como na faculdade, por exemplo.

Líder

Ao contrário do que muitas pessoas possam imaginar, a prática de bullying não afeta negativamente só a vítima da agressão. O praticante, ao dedicar de forma obsessiva seu tempo pensando em maneiras de oprimir a vítima, acaba tendo seu rendimento no trabalho reduzido.

Para as especialistas, o líder e o departamento de RH (Recursos Humanos) das empresas devem sempre estar atentos à situação e, caso identifiquem um comportamento suspeito, até indicar ajuda aos profissionais envolvidos, tanto praticantes como vítimas.

“Para identificar o bullying, é importante que as empresas não desqualifiquem as reclamações dos funcionários, fiquem atentas se alguém está sendo excluído do grupo ou se algum funcionário trata sempre um outro de forma negativamente diferenciada e agressiva (...) A conversa com o praticante deve ser sutil, procurando saber quais as razões de tais atitudes e oferecendo ajuda”, finaliza Ana Maria.

 
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/bullying-qual-o-perfil-do-agressor-no-ambiente-corporativo/42662/

2.2.11

Líder, saiba os cinco comportamentos que você NÃO deve ter 

Morosidade, dificuldade de construir relacionamentos, falta de comprometimento com resultados, pensar pequeno e arrogância são características indesejadas


 
Ser comunicativo, ter um ótimo relacionamento interpessoal, saber ouvir, ser agente de motivação e uma inspiração para os seus colaboradores. O perfil do líder ideal já é conhecido. O que pouca gente sabe é o que um gestor não deve ser.

Para chegar a essa resposta, o especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional , Alexandre Prates, ouviu 50 profissionais, entre empresários, líderes, executivos e especialistas de mercado, em 15 estados brasileiros, para detectar os cinco comportamentos que um líder não pode ter.

"Apesar de não ser muito agradável, o tema desse estudo é fundamental para a análise crítica da liderança nas empresas e também para uma autoavaliação dos comportamentos de cada um como líder", disse Prates, por meio de nota.

O estudo identificou as seguintes características que um gestor não deve ter: morosidade, dificuldade de construir relacionamentos, falta de comprometimento com resultados, pensar pequeno e arrogância. Cada uma delas pode colocar em risco a boa gestão e a carreira do líder.

Intolerável

Para Prates, ser lento em um mercado que está cada vez mais dinâmico é intolerável. "A morosidade está ligada à falta de preparo cultural do líder", disse. "E, quando digo cultura, refiro-me à capacidade de buscar novas informações. Quanto mais informações eu possuo, maior é a minha capacidade de tomada de decisão", disse.

O especialista ressalta que cabe ao líder agir na velocidade necessária para direcionar a organização rumo às mudanças.

Outro aspecto importante para se construir uma liderança inspiradora é a facilidade do gestor de construir relacionamentos. A ausência desse ponto é intolerável, pois os líderes são os responsáveis pelo ambiente, nos quais as pessoas se sintam bem para produzir mais.

Se o ambiente está pesado e, para muitos profissionais, até insuportável, grande parte desse peso é de responsabilidade do gestor. "Ambientes saudáveis são propícios para a construção de relacionamentos saudáveis. E, quando você tem um ambiente no qual as pessoas queiram estar, provavelmente é lá que elas se sentirão motivadas a permanecer e prosperar", ressalta Prates.

Se além de deixar o ambiente desagradável, o líder ainda for daqueles que "pensam pequeno", pior, na avaliação do especialista. Para Prates, as empresas querem gestores que ousem. "Um líder com desejo de ir além constrói equipes que lutam por um propósito. Pensar grande é focar no presente, com o olhar para um propósito maior".

A falta de comprometimento com resultados é outro ponto intolerável, segundo constatou o especialista. "O líder contemporâneo precisa pensar em resultados, seja na sua atuação no campo ou na liderança de sua equipe", disse Prates. "O mundo corporativo sempre terá espaço para quem quiser realizar e fazer acontecer. Naturalmente, descartará a passividade e o conformismo".

O primeiro passo para a queda

Todas as características acima são pontos que podem destruir a gestão de qualquer líder. Contudo, podem ser eliminadas com treinamento e foco. Mas existe mais um comportamento que pode dar fim à carreira de qualquer líder e que não é tão simples de se eliminar, a arrogância.

"É insuportável conviver com pessoas arrogantes em qualquer cenário da vida, principalmente no mundo corporativo. A arrogância destrói a capacidade de aprendizagem do ser humano, pois cria barreiras muitas vezes intransponíveis, geradas pela crença de que tudo sei", afirma Prates. 

 
FONTE:
Por Camila F. de Mendonça , Infomoney
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/lider-saiba-os-cinco-comportamentos-que-voce-nao-deve-ter/42469/

6.1.11

Os segredos para uma apresentação perfeita

Especialistas explicam como agir frente ao público de modo eficiente

Falar para um público, que em vários casos não se trata de amigos nem familiares, pode ser uma árdua tarefa. As coisas se complicam ainda mais quando, junto ao nervosismo, há o desafio de convencer um cliente a aceitar uma proposta.

Se, hoje, programas como o Power Point facilitam a vida de quem precisa fazer uma apresentação, por si, eles não são suficientes. Ser um bom orador será sempre necessário. "Tenho uma premissa: antes de uma apresentação, é preciso se preparar, prever e praticar. Desta forma é possível desenvolver melhores opções de reação, caso as coisas não aconteçam como foram planejadas inicialmente", afirma Maureen Boys, atriz e secretária acadêmica da Escola de Teatro da Universidade Católica do Chile.

Existem aspectos que devem estar presentes na de se colocar em campanha para realizar uma apresentação perfeita.

Dominar o tema


Antes de qualquer técnica, o fundamental é conhecer o assunto sobre o qual falará: apaixonar-se o máximo possível, para se convencer do que diz. "Creio que, se não está convencido, acaba passando apenas ideias, frases, dados e o processo de comunicação fica fraturado. Quando temos o convencimento real é o primeiro passo para comunicar frente à audiência em qualquer formato", explica Fernando Gómez, chefe do departamento de difusão da Universidad Autónoma Metropolitana - Unidade Cuajimalpa.

Contato visual

Fingir observar a audiência, mirar um ponto perdido no espaço ou olhar fixamente para alguém em específico podem ser estratégias de um orador treinado. No entanto, Boys aconselha que o ideal é observar a um individuo em particular, porque desta forma "é possível atuar a partir dos seus gestos. Por exemplo: se a audiência coloca cara de interrogação, você pode repetir a informação ou incentivar que sejam feitas perguntas".

Outro aspecto que precisa estar presente é a direção para onde se olha, porque fixar o olhar no teto não é o mesmo que olhar para o chão. Além do mais, concentrar-se nesses pontos por largos espaços de tempo não é conveniente, porque o público tende a seguir o olhar do expositor, e esses destinos não são muito inspiradores. O pior, em todo caso, é ater-se apenas ao que está escrito num quadro ou apresentado em um retroprojetor. Por quê? Pode refletir falta de conhecimento e é quase como se o apresentador dissesse "aqui não sou necessário".

"O interessante, então, é que geramos uma dupla retenção: visual e vocal. E no caso de não se sentir capaz de olhar no olho das pessoas, buscar um ponto médio para onde se dirigir", diz Boys.

Não temer as pausas

Ficar em silêncio, às vezes, não é tão grave. Uma das maiores preocupações de quem faz uma apresentação é não saber o que dizer na hora certa ou responder diante de uma pergunta. Se em um cenário complicado como esses a sua resposta é ficar com as pernas bambas, a pausa pode ser um bom momento para que a audiência absorva o conteúdo do que foi explicado e recapitule as informações.

Autenticidade

É verdade que pode ser tentador mudar a atitude nos casos em que a pessoa seja muito tímida ou, ao contrário, bastante extrovertida. Em ambos os casos se recomenda primar pela essência do indivíduo e manejar as habilidades que se encontram pouco desenvolvidas.

Também é importante saber que – assim as redundâncias verbais – as gestuais devem ser evitadas. Fazer uma apresentação com lápis e papel na mão pode irritar o público, por conta dos movimentos ou, até mesmo, o barulho.

Transmitir segurança

Ainda que o domínio sobre o tema dê segurança imediata ao expositor sobre o que se fala, há aspectos de locução que podem ajudar a ficar mais tranqüilo. Para isso existem técnicas de respiração, mas a primeira recomendação de Gómez é identificar qual tipo de respiração se tem. O ideal é possuir uma respiração completa, que compreenda abdome, tórax e clavícula.

"Se inspiro de forma correta, permito que meus pulmões tenham maior capacidade e, assim, a fala soe melhor. Muitas vezes, por conta da pressão, colocamos muita tensão sobre os ombros. Enfim, o fundamental é ser consciente de como funciona o corpo e onde está o bloqueio corporal que provoca as tensões.

Adaptar-se ao público


"É preciso focar-se nas pessoas a quem vai se dirigir para, assim, criar um parâmetro. Dessa forma será possível eleger o tom adequado", diz Gómez. "Apresentar os resultados de um projeto não é a mesma coisa de transmitir a missão e a visão de uma companhia. Diante de ambas as circunstâncias, o corpo se comporta naturalmente de maneira diferente, e é preciso segui-lo", afirma. 


FONTE:
AmericaEconomia.com 
 
http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/os-segredos-para-uma-apresentacao-perfeita/41667/

29.10.10

5 dicas para usar a Inteligência Emocional

O conceito de Inteligência Emocional é recente, embora há muito tempo os estudiosos do comportamento humano já se debruçam neste tema. O fato é que as empresas cada vez mais estão atentas as pessoas que conseguem realizar suas atividades com maior poder de criar relações positivas e duradouras...

O conceito de Inteligência Emocional é recente, embora há muito tempo os estudiosos do comportamento humano já se debruçam neste tema.
O fato é que as empresas cada vez mais estão atentas as pessoas que conseguem realizar suas atividades com maior poder de criar relações positivas e duradouras com seus pares, clientes e fornecedores.

Mas como aplicar a inteligência emocional de forma simples e direta? Veja abaixo cinco dicas para usar sua inteligência emocional e se destacar no trabalho e na vida pessoal.

1. AUTO-CONHECIMENTO - o começo de tudo é fazer uma auto-análise de suas emoções. Quais situações do dia-a-dia fazem você sentir medo, raiva, alegria, motivação, frustração, estresse, satisfação, contentamento, realização e outros sentimentos. Faça uma lista destes sentimentos e coloque ao lado as situações mais comuns em que eles aparecem.

2. AUTO-CONTROLE - com esta lista inicial nas mãos está na hora de lidar com eles de forma mais racional. Pensar antes de agir. Administrar ou controlar estas emoções. Usar com inteligência as emoções. Perceber o progresso e fazer os ajustes necessários.

3. AUTO-MOTIVAÇÃO - buscar os motivos que fazem com que você mantenha a positividade e o foco no futuro sustentável. O que motiva você para a vida? Manter o entusiasmo em tudo o que faz. Ser uma referência para os demais no que diz respeito a superação e atingimento de metas.

4. EMPATIA - saber se colocar no outro para buscar o entendimento das emoções alheias em vez do julgamento precipitado. Interpretar as emoções e saber apoiar os demais quando necessário.

5. NETWORKING - criar e manter uma sólida rede de contatos virtuais e, principalmente, reais. As mídias sociais facilitam os contatos, mas nada substitui o contato direto. Por isso, é importante agir no sentido de manter as relações pessoais e profissionais com contatos periódicos.


Rogerio Martins

 
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/5-dicas-para-usar-a-inteligencia-emocional/49334/

17.9.10

POR QUE JOVENS PROFISSIONAIS SÃO TÃO VALIOSOS PARA AS EMPRESAS?

Pesquisa revela que um terço das companhias faz concessões para se adaptar à rotina da geração Y

Mais de um terço das empresas buscam adaptar-se às exigências da geração Y. Isso é o que mostra um estudo realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham). O levantamento aponta que 34,5% das companhias criam planos de carreira específicos para estes jovens e 40% adotam flexibilidade de horários.
De acordo com o especialista em carreiras e diretor Geral da Trabalhando.com no Brasil, Renato Grinberg, a adaptação é benéfica. "Os mais experientes estão tentando entender os objetivos e as vontades daqueles que compõem a geração Y e, como é interessante mantê-los na equipe, adotam tais mudanças", afirma o executivo.

Grinberg acredita, no entanto, que ainda falta sinergia entre as gerações. "Será que os jovens estão com a mesma disposição (das empresas) para adaptarem-se?", questiona. Segundo o especialista, essa é a grande dificuldade, pois os profissionais mais novos nem sempre estão dispostos a ceder em prol da contratante. "Alguns, inclusive, preferem procurar outra oportunidade mais adequada a tentar mudar determinado comportamento", explica Grinberg.

Os participantes da pesquisa concordam que entre os maiores desafios para lidar com estes colaboradores e mantê-los na equipe estão a necessidade constante de motivação em projetos e tarefas cotidianas, segundo 52,9%; e adaptação aos modelos hierárquicos de gestão, para 35,6% dos gestores.
Em contrapartida, contratar jovens talentos tem muitos benefícios. De acordo com Renato Grinberg, entre as características positivas deles estão a agilidade e a criatividade, ponto também abordado na pesquisa, realizada com 87 gestores de Recursos Humanos de empresas associadas à Amcham.

De acordo com as informações apuradas, aproximadamente 63% dos entrevistados ressaltaram as idéias e práticas criativas como o mais importante entre os mais novos. Outro aspecto fundamental é o melhor uso de ferramentas tecnológicas nas empresas. "Quando o assunto é tecnologia, eles certamente saem na frente", ressalta Grinberg.

"Diferente dos mais experientes, eles já nasceram na era do computador e da Internet, tendo mais facilidade na aprendizagem e um conhecimento de novas ferramentas quase natural. E isso é algo que as empresas buscam aprimorar sempre, independente da sua área de atuação", complementa o executivo.

A adaptação para reter talentos sempre houve nas companhias, porém, para os especialistas é preciso ter em mente que em todo relacionamento deve haver uma troca mútua. "Espera-se da empresa que entenda seus funcionários, mas está a cargo da equipe valorizar as mudanças e procurar uma troca justa entre as partes", finaliza Grinberg.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/por-que-jovens-profissionais-sao-tao-valiosos-para-as-empresas/38043/