Confira abaixo uma tabela com as principais atitudes desses dois perfis de liderança:
Ninguém sabe ao certo quantas vezes Thomas Edison errou para que acertasse no invento da lâmpada incandescente. Para sanar esta dúvida, a reportagem deste portal tentou fazer uma pesquisa na internet, mas alguns sites diziam que foram 5 mil tentativas, outros, que foram 1 mil. Um dos sites apostava em um número ainda maior: 3 milhões. Nem o inventor deveria saber ao certo.A questão é que errar é humano. E isso ninguém discute. Principalmente quando o assunto é trabalho. De acordo com o presidente da Empreenda, César Souza, o problema se dá quando um profissional não sabe aprender com os erros que comete."Não é ruim errar. É ruim quando ocorre a repetição dos erros, em um ciclo destrutivo no qual as pessoas se colocam e não conseguem sair, pois não aprendem a evitá-los", explica. No caso de Thomas Edison, se ele não tivesse essa capacidade de aprender e encarar o erro como uma oportunidade, não teria inventado a lâmpada.O diretor de Operações da Human Brasil, Fernando Montero da Costa, garante que, para aprender com os erros, se faz necessária a autocrítica. "O profissional deve avaliar como a qualidade do seu trabalho afeta os resultados da equipe, da sua área e da empresa. É essencial entender a realidade que o circunda e ter força para identificar e admitir os pontos fracos e encará-los de maneira a reverter a situação", revela.
Erro técnico ou comportamental?
"O erro comportamental é, de longe, o mais grave. Erros técnicos são fáceis de corrigir. Problemas de atitudes são difíceis, porque muitas pessoas ficam cegas e nem sempre conseguem evitar ou corrigir. Aprendizado técnico é fácil. Aprendizagem emocional e de atitude é difícil", afirma Souza.O problema é que, geralmente, o erro técnico leva ao erro de comportamento. Isso porque o ser humano tem dificuldade de aceitar críticas. São raros - e valiosos - os profissionais que aceitam críticas, reconhecem o equívoco cometido sem franzir a testa e propõem uma solução definitiva para ele.Segundo Costa, existe um ponto essencial a ser considerado pelo gestor: o funcionário que erra com frequência não pode se colocar no lugar da vítima, embora esta seja a tendência. É da natureza do ser humano, na tentativa de preservar sua autoestima, se defender colocando a culpa em terceiros e não assumindo responsabilidades.
A demissão se justifica?
Dependendo da gravidade do erro e de seus impactos, há quem opte por desligar o funcionário, sem dar a ele uma segunda chance. Mas Costa alerta que existe uma diferença entre entregar um relatório fora do prazo e entregar uma declaração ao Fisco com informações equivocadas, o que pode gerar multa à empresa."Em função do impacto do erro, muitas organizações acabam demitindo, mas este não é o melhor caminho", explica. "Antes, deve ser analisado o histórico do profissional, o que ele já fez pela empresa e o quanto já gerou de lucro, bem como deve ser medido seu nível de esforço e proatividade".Demitir de cara é sempre o caminho mais fácil e, de certa forma, também o mais covarde, porque o colaborador que tem dificuldades, sejam elas técnicas ou comportamentais, não tem a oportunidade de melhorar, ou de acertar. Logo, o melhor que o líder tem a fazer é dar feedback ao colaborador que errou e esperar que, da próxima vez, ele não cometa o mesmo equívoco.
Quando o erro passa a ser do líder
Porém, se o funcionário repetir erros já cometidos e nada for feito a respeito, as chances são grandes de que o erro passe a ser do líder. Souza diz que, sem dúvida, quando colaborador ou equipe desenvolve um trabalho medíocre, o líder é prejudicado, porque não consegue atingir as expectativas da diretoria. Entretanto, às vezes, a culpa é do próprio gestor e é ele quem precisa ser avaliado."Quando os erros do colaborador se repetem, passa a ser um erro do líder, que é muito tolerante, paternalista e complacente com quem erra seguidas vezes e não demonstra esforço para mudar. Oportunidade não é algo que o líder dê. Oportunidade é algo a ser conquistado pelo liderado", sublinha o presidente da Empreenda. "Neste caso, o líder não está fazendo aquilo que deveria fazer: avaliar, orientar e garantir a performance superior da empresa frente à concorrência", acrescenta.O consultor da Robert Wong, André Alfaya, concorda. Para ele, quando os erros de um colaborador são recorrentes, pode ser que o líder não soube dar feedback, não soube se comunicar.
Como lidar com o erro
Segundo Costa, é importante que o líder não seja condescendente com o profissional que não corresponde às expectativas. Assim, tão logo o funcionário erre, é preciso chamar a sua atenção. Afinal, ele não poderá se corrigir se não souber que está errando. Além disso, existe uma tendência das pessoas de se acomodarem em questões relacionadas à vida, inclusive o trabalho. Chamar a atenção é uma forma de desviar as pessoas deste comportamento natural.Se os erros forem rotineiros, infelizmente o líder terá de chamar a atenção todos os dias. O especialista explica o motivo por meio daquilo que chama de "teoria da equidade". É preciso tratar todos da equipe da mesma forma, sempre."Para que toda uma equipe se sinta motivada, cada um deve sentir que carrega um piano e que não há ninguém sem piano. Além disso, ninguém quer carregar um piano a mais por outro. Em outras palavras, o líder não deve distribuir privilégios, bem como precisa distribuir responsabilidades de forma igualitária. Porém, se ele aceita o mau desempenho de um membro da equipe e cobra uma performance excelente de outro, não está cumprindo com seu papel de líder".Alfaya diz que, para evitar injustiças, o gestor deve esclarecer as regras desde o início, tanto no que se refere às punições quanto às compensações pelo bom desempenho. Elas devem ser iguais para todos. Com isso, quando o desligamento for a única saída, não se trata de uma punição ou injustiça, porque as regras haviam sido comunicadas. Isso também evita que o colaborador alegue falta de informação."Se a escolha de um funcionário for não mudar e ficar repetindo os erros, o afastamento ou desligamento não é uma punição. Trata-se de cumprir com um acordo que estava claro desde o início", explica o presidente da Empreenda.O consultor da Robert Wong alerta para o problema de o líder ser considerado "mole" ou "bonzinho demais": "O gestor "mole" provavelmente terá uma equipe "mole" ou alguém mais competente do grupo irá tomar seu lugar".
Quando faltam competências
Existe a hipótese de o funcionário simplesmente não possuir as habilidades técnicas ou comportamentais necessárias para exercer aquela determinada função. Costa explica que, quando isso ocorre, o erro foi das duas partes: da empresa, no momento da contratação, e do funcionário, que se dispôs a assumir as funções.O grande problema dos erros é que eles acarretam a queda da qualidade do trabalho, o que, por sua vez, se reflete na imagem da empresa e pode implicar prejuízos de receita, bem como acarretar reclamações por parte dos clientes, de acordo com Souza.
Como estimular o aprendizado?
Uma dúvida muito comum entre gestores é: como posso estimular o aprendizado daquele profissional que vem cometendo erros? Alfaya sugere aos líderes, no lugar de dar respostas de forma "mastigada" aos colaboradores, perguntar a eles o que fariam diante de determinado problema."Essa postura força o profissional a raciocinar e encontrar, sem ajuda dos demais, a solução mais adequada. Sem dúvida, é uma forma de estimular seu desenvolvimento. O líder deve ser inspirador e ajudar as pessoas a atingirem seus objetivos maiores de vida, seus sonhos", analisa o consultor.Souza é um pouco mais enfático quanto a essa questão. Ele diz que "o aprendizado se dá por sucção". Em outras palavras, cabe ao profissional querer aprender. "Quando alguém não quer aprender, não adianta ficar tentando ensinar".
Fonte: administradores.com.br

ativa".
rbano. Conforme a mancha urbana vai se ampliando, áreas que antes se enquadravam nesses critérios, com uma intensa ocupação e urbanização, passam a se caracterizar como bairros, mas nem por isso deixam de ser chamadas de subúrbios. Além disso, até o início do século XX, o termo era utilizado para todas as áreas periféricas da cidade, independente do uso do espaço. Com as reformas urbanas, a partir das primeiras décadas do século passado, a palavra subúrbio passa a ser usada para designar áreas servidas pela ferrovia.
Oeste fez com que se considerasse subúrbio um lugar onde há um serviço de transporte urbano - o trem - e onde supostamente morariam as classes sociais menos abastadas, perdendo assim o seu caráter geográfico. Já em São Paulo, subúrbios são os municípios formados a partir da construção da linha férrea que ligava a capital ao interior.
riférica não seja necessariamente pobre. Excepcionalmente, podem existir regiões periféricas em grandes centros urbanos que são ocupadas por empreendimentos imobiliários de alto padrão, que é o que acontece no caso da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e com os condomínios da Serra da Cantareira, em São Paulo.
prefeituras e dos governos estaduais. Porém, essas regiões não deixam de abrigar grandes mansões, sobrados e condomínios horizontais de luxo, as quais estão localizadas em regiões diferentes da população mais carente.
ara Manoel Lemes da Silva, professor de planejamento urbano e regional, da Faculdade São Marcos, de São Paulo, o termo periferia carrega consigo um sentido político, econômico e social que o subúrbio em princípio, não tem. "Não dá para pensar em periferia sem pensar em centro. É um par dialético que faz parte dos fundamentos da teoria do desenvolvimento econômico", diz o professor.Referência: Ciência e Cultura (Scielo)
uma massa enorme de pessoas, em sua maioria de baixa renda, analisa Eder Luiz Bolson, que é fundador de cinco empresas e professor universitário.
erantes, ou das lojas que vendem artigos a R$ 1,99?
disparou contra o filho, atingindo-o mortalmente no pescoço.
tam. Em Ilhéus, a criação do Conselho Municipal sobre Drogas vem fortalecer o esforço nacional de combate ao uso de entorpecentes, dedicando-se ao pleno desenvolvimento de ações referentes à redução da demanda de drogas.
to-estima e o humor. Quanto aos benefícios sociais, milhares são os atletas que cresceram em áreas de risco social, mas que encontraram bons princípios e perspectivas de vida através do esporte.
iais. Porém, embora todos os benefícios, os esforços para promover tais mudanças têm ficado aquém do ideal.
habilitado para afirmar certas crenças e valores em arte e em música?
requer um investimento financeiro muito maior, além de não caber no bar da esquina e nem no trio elétrico.Ilhéus é uma cidade famosa por seu patrimônio histórico e belíssima riqueza natural. A literatura, sobretudo a amadiana, e os meios de comunicação propagam seus encantos para o mundo todo. Anualmente, milhares de turistas brasileiros e estrangeiros vêm ver de pertinho o que a nossa cidade te
m. E são muitos os atrativos culturais: Catedral de São Sebastião, inaugurada em 1967; Bar Vesúvio, local que era freqüentado pelos coronéis de cacau; Teatro Municipal de Ilhéus, prédio da década de 30 do século XX; Casa de Cultura Jorge Amado, museu em homenagem ao escritor; Casa dos Artistas, espaço cultural de 1890; Palácio Paranaguá, sede da Prefeitura Municipal; Bataclan, famoso cabaré, hoje espaço cultural; e Capela de Nossa Senhora de Santana, mais antigo templo da Bahia, além de outros atrativos. Entretanto, poucos ilheenses podem dizer que conhecem essa Ilhéus de fantástico patrimônio imóvel. Quantos são os ilheenses que freqüentam os casarões históricos? Que se deliciam com a culinária local? Que percorrem os circuitos turísticos? Que conhecem as lendas e literaturas sobre o povo de Ilhéus? O leitor, certamente, responderia que poucos são os moradores locais que possuem tais privilégios. Não que haja restrição à população da cidade. O que falta é informação e estímulo para que o ilheense desfrute profundamente do seu patrimônio cultural. Cabem, por isso, iniciativas que promovam Ilhéus internamente, num processo de valoração de dentro para fora, e não o inverso, como tem acontecido.
a esfera do trabalho, das relações conjugais, da produção econômica ou artística, do sexo, da religião, das formas de dominação e solidariedade, enfim, tudo é constituído segundo os códigos e convenções simbólicas a que chamamos de “cultura”. Cultura é o elemento de identidade de um povo, insere-se na ideologia e nos significados desta para a sociedade. Ela pode ser percebida muito fortemente em qualquer lugar do mundo, e não apenas nos exemplos mais emblemáticos. Em Ilhéus a cultura evidencia-se, sobretudo, no patrimônio histórico-cultural, como as belezas naturais, culinária, dança, moda, esculturas, artefatos e construções, e nos bens culturais, sejam eles móveis ou imóveis, como igrejas, casarões, edifícios e ruas, fotografias, lendas, músicas e festas populares. É importante conhecermos a riqueza cultural da nossa cidade, pois, assim, valorizamos e preservamos nossa história. E opções para exercermos nosso compromisso com a cultura não faltam. A 16ª edição da Expoilhéus, que traz novidades em artesanato, moda praia, camisaria, acessórios, calçados e bolsas, já começou, funcionando das 17h às 21h, e agora com uma boa mudança, 50% dos stands foram alugados para comerciantes locais. Não deixe de ir!
No Alasca, um esporte tradicional é cortar árvores. Há lenhadores famosos, com domínio, habilidade e energia no uso do machado. Querendo tornar-se também um grande lenhador, um jovem escutou falar do melhor de todos os lenhadores do país, resolveu procurá-lo. - Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvore como o senhor. O jovem empenhou-se no aprendizado das lições do mestre, e depois de algum tempo achou-se melhor que ele. Mais forte, mais ágil, mais jovem, venceria facilmente o velho lenhador. Desafiou o mestre para uma competição de oito horas, para ver qual dos dois cortaria mais árvores. O desafio foi aceito, e o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra, olhava para o mestre, mas na maior parte das vezes o via sentado. O jovem voltava às suas árvores, certo da vitória, sentindo piedade pelo velho mestre. Quando terminou o dia, para grande surpresa do jovem, o velho mestre havia cortado muito mais árvores do que o seu desafiante. - Mas como é que pode? – surpreendeu-se. Quase todas as vezes em que olhei, você estava descansando! - Não, meu filho, eu não estava descansando. Estava afiando o machado. Foi por isso que você perdeu.
U.S. Secreatary of State Condoleeza Rice poses with a Brazilian group of Capoeira
U.S. Secretary of State Condoleeza Rice, holding a Berimbau, poses with a Brazilian group of Capoeira at the American Embassy in Brasilia, April 26, 2005. Capoeira is an afro-Brazilian art form, a mixture of dance and martial arts popularized in Brazil. Rice is in Brazil for two-day official visit.
Nesta quarta-feira, 23 de abril, a jogadora Marta, meio-campista da Seleção Brasileira, visitou o Corinthians, seu clube de coração. Embora eu também seja corinthiana, acho que exageraram ao tornar análogos a grandiosidade da atleta, eleita duas vezes a melhor do mundo, com o time do Parque São Jorge, atualmente na segunda divisão do Campeonato Brasileiro e que, mais um vez, ficou fora da decisão do Paulista. E pior, na iminência de ver seu maior rival, o Palmeiras, campeão. (Desculpe-me a Ponte Preta, mas o Verdinho é favorito)!
Fiquei com dó do gatinho, depois de ver a esta campanha de lançamento do modelo Peugeot 207 RC, um Renault tipo racing cup (carro de velocidade).
A campanha é simples e genial! Brinca com a idéia do susto que o animal terá e a corrida em alta velocidade que ele empreenderá, após viver situações inusitadas para um bichinho.





ho de um grão de mostarda, Tu derramarás sobre todos nós, as Tuas bênçãos.