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25.1.12

Líder: conheça os tipos mais comuns na empresa e saiba como lidar

Entre eles, se destacam os profissionais competentes, mas acomodados, os infelizes e os proativos e motivados em excesso


Não tem jeito. No ambiente de trabalho, existem tipos comuns que não passam despercebidos. Existem os motivados, competentes, proativos. Mas nem tudo são flores: também há os insatisfeitos e incompetentes.
Para a Michael Page, conhecer melhor as características dos profissionais, é fundamental para que o gestor saiba como cobrar e orientar seu colaborador. Pensando nisso, a consultoria apontou alguns perfis comuns.
Tipos de profissionais
Veja abaixo quais são estes perfil e como o líder deve agir:
Competente, mas acomodado: geralmente, esta pessoa tem anos de casa, é competente na execução das suas atividades, mas dificilmente sugere ideias novas. Além disso, este tipo tende a ser resistente à mudança e não procura se atualizar. Para o líder, este tipo de profissional não chega a ser um problema, dependendo da função que exerce na empresa. Mas é possível reverter este quadro; benefícios como bolsas de estudo, cursos e palestras podem incentivar este funcionário.
Profissional infeliz: este é o mais problemático para a organização, pois a falta de motivação pode prejudicar o desempenho do funcionário. Dar broncas ou ameaçá-lo a demitir não é o melhor caminho. Ao contrário, pode piorar ainda mais o quadro de insatisfação. A dica é chamar este profissional para uma conversa e perguntar com franqueza os motivos de estar infeliz e como a empresa poderia ajudá-lo.
Proativo e motivado ao extremo: estas características são bem vistas, mas o exagero por parte do profissional pode torná-lo inconveniente. Há ainda situações em que a pessoa sempre dá ideias novas, mas quase nunca elas são pertinentes. Diante disso, o líder deve fazer com que o funcionário entenda que, antes de sugerir algo, é necessário avaliar.
Proatividade, motivação e bom senso: neste caso, o desafio do gestor é reter o profissional para que ele não mude de emprego. Lembre-se de que quem tem este perfil é disputado por empresas concorrentes. O líder deve reter esta pessoa por meio de promoção, aumento de salário e bônus. Mas só isso não basta: é fundamental que o colaborador se sinta valorizado pela empresa.
Ambicioso: o colaborador que quer crescer na empresa e, para isso, tenta melhorar seus resultados, é benéfico para a empresa. Já aqueles que usam de métodos pouco éticos para escalar posições mais altas na hierarquia são perigosos e devem ser reprimidos.
FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/lider-conheca-os-tipos-mais-comuns-na-empresa-e-saiba-como-lidar/51689/

10.12.11

3.12.11

A RÉ DILMA
Dilma na sede da Auditoria Militar no Rio de Janeiro, em novembro de 1970. Ao fundo, os oficiais que a interrogavam sobre sua participação na luta armada escondem o rosto com a mão (Foto: Reprodução que consta no processo da Justiça Militar)
 
POR QUE SERÁ QUE ELES ESCONDIAM O ROSTO?
ESPAÇO DE FLUXOS: O FIM DAS CIDADES?
Sara Teles  
Rosilene Alves


Paper produzido na disciplina Tecnologia da Informação - TI, no qual ponderamos acerca da cibercultura e  da cidade real dando origem às cibercidades ou cidades digitais. Seria a nova sociabilidade, mediada pelas tecnologias da comunicação e informação, o fim da cidade real? As respostas estão no texto. Boa leitura.
GESTÃO DE PESSOAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Sara dos  Santos Teles - UESC



Este artigo foi produzido na disciplina Administração de Recursos Humanos, na minha graduação em Administração de Empresas - UESC. Eu sou apaixonada por Gestão Pública e pela área de ARH. Acabei convencendo os colegas a fecharmos a disciplina com esse tema, que rendeu uma apresentação e o artigo. Pena que o Prof. Ribeiro não gosta de administrador no setor público. Para ele, administrador deveria ser empreendedor e gerar riqueza econômica e empregos. Em uma País em que sobeja ineficiência e incompetência no setor público, penso que ter bons administradores de empresas gerindo essas organizações seria uma alternativa para mitigar o problema. Urge que profissionais preparados assumam o processeo decisório das organizações públicas, sobretudo em ARH. Gerir pessoas não é tarefa para amador, é atividade para profissional. E somente um administrador possui o CHÁ (CONHECIMENTO, HABILIDADE E  ATITUDE) de COMPETÊNCIAS para tal empreitada.

2.12.11

 Análise midiática do arrocha como desdobramento regional da música popular massiva. Uma proposição para compreender os aspectos do entorno comunicacional, das condições de produção e reconhecimento do ritmo.

Sara dos  Santos Teles - UESC




A partir de hoje irei postar alguns trabalhos meus aqui. A maioria é paper, artigo e resumo relacionados à Comunicação Social, Administração de Empresas e Economia de Empresa, áreas nas quais "milito" ou "militei" academicamente.  

Para começar, irei publicar um Resumo Estendido, fruto de minha monografia em Comunicação Social, quando debruçei-me sobre a música popular massiva e suas imbricações midiáticas, sociais e econômicas, tendo como pano de fundo o recém lançado Arrocha. Minha pesquisa foi um escândalo, porque em 2006 poucos universitários arriscavam ouvir arrocha,  que dirá escrever sobre ele. Os professores também conheciam pouco o estilo musical. Mas, no final deu tudo certo. Até hoje sou lembrada pela pitoresca monografia. Até onde sei, fui a primeira acadêmica baiana a escrever um trabalho sobre arrocha com cunho científico. Talvez a primeira no Brasil. Acho que a única (kkkkkkk). 

14.11.11